- Entrada e saída constante de tripulações e cargas oriundas de outros países;
- Dimensões do perímetro, das instalações, dos navios, das áreas de alta criticidade e das próprias linhas costeiras;
- Ambiente caótico, com grande circulação de pessoas, cargas e veículos;
- Circulação de tripulações, transportadores, prestadores de serviço, trabalhadores do porto, das empresas alfandegadas, autoridades e até passageiros;
- Tratamento de cargas críticas – combustíveis, químicos e mercadorias de alto valor agregado, por exemplo;
- Riscos de incêndios, explosões e acidentes decorrentes da manipulação de cargas de grande porte;
- Alvo em potencial, por suas características, de ações terroristas, tráfico internacional e roubo de mercadorias.
Porto 4.0: a segurança eletrônica na evolução da gestão portuária
O ritmo de transformação dos portos está aumentando. No post “A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DOS PORTOS” traçamos um breve panorama desse cenário de busca por maior agilidade, otimização de custos e ganhos na experiência de uso. Colocamos, ainda, algumas tecnologias presentes e futuras — e demos uma visão dos portos automatizados que estão sendo construídos em alguns locais no mundo.
A pergunta que fica é: qual será o passo, e qual o tamanho desse passo, em direção ao Porto 4.0? A resposta está em algumas soluções de segurança eletrônica e automação. Essas tecnologias podem tornar o porto um elo importante e ainda mais estratégico da cadeia de valor, com mais agilidade nos processos, menor número de intervenções e interrupções humanas, maior previsibilidade e maior fluidez nas operações.
Um programa de segurança eletrônica e transformação portuária com essas tecnologias e abordagens também é a chave para equacionar desafios operacionais como alto custo de operações, falta de recursos humanos, dados dispersos e/ou insatisfatórios, morosidade para gerenciar incidentes de segurança e baixa produtividade.
A consultoria Mckinsey apontou que implementar tais tecnologias é decisivo para superar os desafios enfrentados atualmente pelos portos. De acordo com o estudo, as despesas operacionais podem cair de 25 a 55%, enquanto a produtividade pode aumentar de 10 a 35% por cento. A consultoria aponta, ainda, que essa visão é o cerne para que os portos migrem de meros operadores de ativos para orquestradores de serviços.
Os principais desafios na gestão de portos
A logística portuária representa um grande desafio. Volumes indescritíveis de carga transitando, centenas (ou milhares) de pessoas, empresas e interferências nos processos.
E existem, naturalmente, entraves relacionados à deficiência de infraestrutura e questões jurídicas, além de burocracias relacionadas a autorizações de trânsito de pessoas, embarcações, veículos e mercadorias que estão envoltas a um arcabouço de tarifas alfandegárias, legislações, regras, acordos e regulações.
Nos portos brasileiros temos, ainda, a questão da infraestrutura. E as crescentes demandas da economia e das exportações criaram gargalos e desafios como:
0800 014 0005
WhatsApp
Contato
Abrir Chamado
Rastreio
Vagas
Portal Representantes